"Se eu demorar, me espera. Se eu te enrolar, me empurra. Se eu te entregar, aceita. Se eu recusar, me surra. Se eu sussurrar, escuta. Se eu balançar, segura. Se eu gaguejar, me entende. Se eu duvidar, me jura. Se eu for só tua, me tenha. Se eu num for, me larga. Se eu te enganar, descobre. Se eu te trair, me flagra. Se eu merecer, me bate. Se eu me mostrar, me veja. Se eu te zuar, me odeia, mas se eu for bom, me beija. Se tu ta bem, eu to, se tu num ta, também não tô legal. Se eu te amar, me sente. Se eu te tocar, se assanha. Se eu te olhar, sorria. Se eu te perder, me ganha. Se eu te pedi, me dá, se for brigar, pra que? Se eu chorar, me anima, mas se eu sorri é por você." - Projota
"Fechei os olhos
Dirigi as mãos ao peito e pedi
Com força e vontade
Pra que a vida me surpreendesse de alguma forma.
Dias depois, eu te conheci." - Giulia Mainardi.
"Às vezes parece que foi ontem. Formando-se no colégio, dizendo adeus. Aquela sensação que você tem aos 17 ou 18 anos, que ninguém no mundo esteve tão próximo. Amou tão ferozmente, riu com tanta vontade… Ou importou-se tanto assim. Às vezes parece que foi ontem. E às vezes… parecem as lembranças de outra pessoa." - Lucas Scott, One Tree Hill.
"Detesto tua distância, detesto tua arrogância, detesto teu orgulho. Mas é só você voltar que eu esqueço tudo que detesto, como eu detesto te detestar." - Caio Augusto Leite
"Não faz esse jogo comigo. Esse jogo em que só você sai ganhando, esse jogo de me ignorar, de me fazer correr atras de você até cansar e quando eu tentar fingir que não me importo nenhum pouquinho com você. E porra. Quando eu to conseguindo você tira totalmente meu foco e minha noção e estraga todo o meu jogo. É ai que você me ganha" - Eu perco, e você me ganha.Liliane S (Boundle-ss)
"Eu não te pergunto nada, não te peço nada, até não me preocupo onde e com quem você esteja. Mas toda noite eu sussurro bem baixinho até o sono vir: me ama por favor." - Caio Fernando de Abreu
"O conformismo me tomou e por preguiça o deixei ficar. Ando ocupada vivendo de ócio e ilusão, com os pés firmados em sofrimento vou adiando melhoras para o mês que vem. Deixei cortarem a energia, não paguei a conta de água. Joguei as roupas de madame fora, não uso mais sutiã.
- Os seus peitos ainda são duros, coroa.
O vizinho me espiava pela janela, que malicia. Aquele virgem tinha pouco mais de 18 anos, e não me deixava em paz, no caminho da padaria não tirava o olho do meu rebolado. Desejei descer correndo aquelas escadas e o fazer se arrepender do que tinha dito, ou poderia mostra-lhe os meus péssimos modos na cama. A minha fama de boa puta rodava todo o quarteirão. Não dava ponto sem nó, não dava trabalho pra malandro, nem ousadia pra garçom. Tinha tatuagem de estrela na nuca, e uma flor de lis na virilha. A flor mostrava só o talinho, eu gostava da maneira como os homens se esticavam pra cair na minha calcinha, mal sabiam que significa Pureza. Santa puta da pureza, eu ria alto e sozinha.
As mascaras me protegiam de dia das pessoas de quem eu fugia, me escondia pelos cantos do bar, ou não rebolava tanto na festa, não ia buscar as minhas filhas na escola, não assistia novela - porque é coisa de velha. Não ouvia música antiga, gostava da modernidade. Mas quando a noite chegava, quando os lençóis da minha cama estavam sujos e manchados por algum estranho infeliz, quando minhas unhas caiam e eu tirava o aplique, o ataque me tomava.
Escondo-me todas as noites da única pessoa que tenho vergonha de ser: eu." - Hélida Carvalho