A vida passa fulminante enquanto escrevemos sentindo e avaliando o peso de cada palavra. Incapazes de expressar mazelas e exorcizar demônios criados por nós mesmos, adoecemos em lenta morte, infeccionados pelos nossos próprios defeitos.
"Te digo neste momento
palavras, situações
que tramei em pensamento
Me desculpe a demora,
por favor, não vá embora,
fique mais um pouco
feche os olhos,
vamos permitir o sentimento."
"Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres. Primeiro: a dizer não. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer não."